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Quinta dos Fumeiros

Deolinda Campelo é o segundo acto de uma história que começou em 1988, quando sua mãe, Aurora Miranda do Rego, iniciou um pequeno negócio familiar de criação de porcos com tempo e cuidado pelos animais e pela terra, tal como os seus antepassados haviam feito durante séculos. A carne era fumada com lenha de carvalho local e curada por meses, antes de ser fatiada e finalmente saboreada.

Onze anos depois, em 1999, Deolinda assumiu a gestão pela Quinta dos Fumeiros e homenageou a mãe ao transformar o fumeiro familiar numa pérola da charcutaria portuguesa.

Ainda hoje o sabor continua apenas a segunda coisa mais importante para Deolinda. Em primeiro lugar vêm sempre as pessoas. Deolinda quer que seus agricultores, técnicos, familiares e vizinhos sejam felizes: ela gosta de poder chamá-los “pessoas felizes”. E, se a felicidade tem um sabor, ele é certamente salgado com tradição e inovação. Deolinda e sua equipa levam a tradição adiante, aprimorando processos, criando novas receitas e dando nova vida a sabores históricos.

Diretamente de Ponte de Lima (Minho, Portugal) para o mundo.

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Isidoro Ramos

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No estuário do Tejo, as Salinas do Samouco foram outrora as maiores produtoras do país. Hoje resiste a Marinha do Canto onde o sal, teimoso, ficou.

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