
Caracoleira
66,20 €
Envio imediato · sai em cerca de 48 horas
É isso mesmo. É para pôr os caracóis. Aqueles que abundam no Algarve e que se deixam apanhar, para delícia dos apreciadores de um petisco típico da gastronomia algarvia – e não só. Este é feito de esparto, pelo artesão Isidoro Ramos.
Ler a história da peça- Envio para Europa, EUA, Canadá e Brasil
- Devoluções gratuitas em 14 dias
- Pagamento seguro e encriptado
Feito à mão porIsidoro RamosEnvio e devoluções
Enviamos para Portugal, restante Europa, EUA, Canadá e Brasil. Tem 14 dias para devolver a peça, sem custos. O pagamento é seguro e encriptado.

Caracoleira
Um cesto pequeno que vai ao ombro e não deixa escapar os caracóis.
Caracoleira
O caracol vai ao ombro já sem os pauzinhos ao sol.
Há costumes assim. Aqueles que fazem as delícias de muitos, num país como Portugal, onde a gastronomia nos desafia de norte a sul e no verão os caracóis nos chegam em travessas, com muitos orégãos e bacon malandro, para apurado sabor.
Para isso é preciso haver quem os apanhe. E a pensar nesta tradição nasceu a caracoleira – um cesto pequeno que vai ao ombro e não deixa escapar os mais lentos que se deixam apanhar. Talvez este ano, não olhemos para as travessas…
Esta caracoleira tem a autoria do artesão algarvio, de Paderne, Isidoro Ramos.
É feita em esparto, uma planta autóctone, que o próprio vê crescer nos campos e serras do Algarve até estar pronta para ser arrancada, entre julho e setembro.
Depois de arrancado, o esparto é posto ao sol para ganhar um tom dourado e em seguida é demolhado, para ficar mais macio e poder ser trabalhado. Ganha vida em tranças - a empreita - que depois são enroladas, desde a base até ao topo e cosidas entre si. Com agulha grossa e corda de juta ou sisal. Com a mesma técnica artesanal que Isidoro aprendeu, em criança, com a avó e com a mãe.
A caracoleira não deixa escapar os caracóis. E nem tão pouco o esparto das serras do Algarve, as mãos que o arrancaram e a técnica que a avó e a mãe de Isidoro lhe ensinaram.
Veja cada detalhe.


A caracoleira
Tranças de esparto enroladas desde a base até ao topo.
- 1CorpoA empreita enrolada e cosida.
- 2AlçaCordão para levar ao ombro.
- 3Esparto douradoPosto ao sol antes de ser trabalhado.
De lado
A forma fechada não deixa escapar os mais lentos.
- 1CorpoTranças cosidas com agulha grossa.
- 2AlçaCordão para o ombro.
- 3RemateA ponta da corda de costura.

O ESPARTO NÃO SE CORTA.
ARRANCA‑SE
Isidoro Ramos voltou ao campo que o viu crescer. E recuperou a tradição que as mãos da avó e da mãe lhe ensinaram. Para que o esparto algarvio não desapareça nas serras onde ainda cresce.
conhecer a históriaMais de Isidoro Ramos
Tudo o que precisa de saber.
O que é esta peça?
Cesto pequeno de ombro para apanhar caracóis, em esparto do artesão algarvio Isidoro Ramos, de Paderne. Espartaria tradicional das serras do Algarve.
De que região vem?
Vem do Algarve, em Portugal. Na Ra-Ro, cada peça está ligada à sua origem e ao território onde nasce.
Quem produz esta peça?
É produzida por Isidoro Ramos, em Paderne, o produtor com quem a Ra-Ro trabalha diretamente para esta peça.
Que técnica é utilizada?
Esta peça é feita recorrendo à técnica de Espartaria.
As peças são todas iguais?
Sendo uma peça de produção artesanal, pode variar ligeiramente de exemplar para exemplar. Essa variação faz parte da sua autenticidade.
Para onde fazem envios?
Enviamos para Portugal, restante Europa, EUA, Canadá e Brasil.
Como funciona a devolução?
Dispõe de 14 dias para devolução gratuita.
O pagamento é seguro?
Sim, todos os pagamentos são processados de forma segura e encriptada.
Leve para casa esta caracoleira feita à mão em Paderne.
66,20 € · disponível para envio
Comprar agora










