index

Andreia Pinho

Com mestrado em Artes Plásticas pela ESAD.CR e formação no laboratório de cerâmica do CENCAL, Andreia Pinho instalou a sua oficina em Leiria, uma capital de cerâmica, em 2021. Aí, refugiou-se da humanidade para explorar o seu lado mais estranho e grotesco - através do barro selvagem.

Barro selvagem significa que Andreia não compra o material nem o encomenda online: ela mesma o colhe, à mão, como um tesouro escondido, pelos sete cantos de Portugal, aventurando-se em locais secretos que nem imaginamos que existem.

O trabalho da Andreia nasce de um fascínio de infância pelo folclore português, pela mitologia ibérica e pelo cinema de culto. Inspirando-se em deuses lusitanos, criaturas lendárias, David Lynch ou Jodorowsky, reinventa imagens profundamente simbólicas em emoção feita à mão, em barro.

A sua prática multidisciplinar atravessa a cerâmica, desenho e a escultura, com obras expostas em coleções privadas e um pouco por todo o país.

Conheça os produtos deste produtor

Saiba mais

Isidoro Ramos

O esparto não ser corta. Arranca-se.
Isidoro Ramos voltou ao campo que o viu crescer. E recuperou a tradição que as mãos da avó e da mãe lhe ensinaram. Para que o esparto algarvio não desapareça nas serras onde ainda cresce.

Ler mais
Salinas do Samouco

Na Marinha do Canto, o saber não tem validade. Tal como o sal.
No estuário do Tejo, as Salinas do Samouco foram outrora as maiores produtoras do país. Hoje resiste a Marinha do Canto onde o sal, teimoso, ficou.

Ler mais
Salina Greens

Onde o sal não é sal.
Na Salinas Green, a paisagem não é cenário. É sistema vivo.
Aqui, as plantas crescem onde a terra encontra o sal e o alimento nasce da sua regeneração.

 

Ler mais