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Algarve para lá da praia: o que ver e que artesanato levar

Sérgio CarvalhoPor Sérgio Carvalho, cofundador da Ra-Ro · Ver perfil

Leitura de cerca de 4 minutos

Quando se pensa no Algarve, pensa-se no mar. Mas quem sobe às serras e entra nas vilas descobre outro Algarve, mais antigo e mais silencioso, feito de cal, de figo e de mãos que ainda trabalham o esparto e o cobre como há séculos.

Este é um roteiro para quem quer conhecer o Algarve verdadeiro, para lá dos resorts. Do ponto mais a sudoeste da Europa às grutas de Lagos, das ilhas da Ria Formosa às vilas de história moura, deixamos os lugares que vale a pena ver e, no fim, algumas peças de artesanato do Algarve para levar um pedaço da regiao consigo.

O que ver em Algarve

Ponta da Piedade, em Lagos

As falésias douradas mergulham no mar num labirinto de grutas e arcos de pedra. Ao amanhecer, quando os barcos ainda dormem, a luz entra pelas cavernas e pinta a água de cor. É um dos cenários mais fotografados de Portugal, e continua a merecê-lo.

Ria Formosa

Entre Faro e Olhão estende-se um mundo de sapais, ilhas-barreira e canais onde a maré manda. Aqui nidificam flamingos e cavalos-marinhos, e um passeio de barco ao fim da tarde vale por uma viagem inteira.

Cabo de São Vicente, em Sagres

O ponto mais a sudoeste da Europa, onde a terra acaba e o Atlântico começa. Os navegadores partiam daqui para o desconhecido. Ao pôr do sol, percebe-se porquê o chamavam o fim do mundo.

Silves

A antiga capital do Algarve mouro guarda um castelo de taipa vermelha sobre o casario branco. Passear as suas ruas é caminhar por mil anos de história, entre laranjais e memórias árabes.

Para planear a viagem, o portal oficial Visit Portugal reúne toda a informacao sobre a regiao. E para descobrir as pecas ligadas a este territorio, veja a nossa colecao por regiao.

O que levar: artesanato de Algarve

Nas serras algarvias, o esparto arranca-se à mão, planta a planta, e entrança-se em cestos e malas. Nas oficinas, o cobre martela-se até virar cataplana. São ofícios que resistem em poucas mãos, e cada peça guarda o gesto de quem os mantém vivos.

Tapete

Tapete

AECT · Algarve · Empreita

A partir de 87 EUR

Descobrir na Ra-Ro
Cesta Espiral

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A partir de 33 EUR

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Cesta com Tampa

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A partir de 42 EUR

Descobrir na Ra-Ro
Mala Artesanal

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A partir de 42 EUR

Descobrir na Ra-Ro
Mel Amargo

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Regionalarte · Algarve · Apicultura

A partir de 10 EUR

Descobrir na Ra-Ro

Leve o Algarve consigo, não só na memória do mar, mas nas mãos de quem o continua a fazer.

Descobre todas as pecas por regiao em Ra-Ro.

Bailha

Quando o futuro se borda com a arte do passado.
Na Bailha, o Bordado da Madeira renasce em cada peça. Com as mãos de quem aprendeu a tradição e o saber de quem a sabe reinventar.

 

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Isidoro Ramos

O esparto não se corta. Arranca-se.
Isidoro Ramos voltou ao campo que o viu crescer. E recuperou a tradição que as mãos da avó e da mãe lhe ensinaram. Para que o esparto algarvio não desapareça nas serras onde ainda cresce.

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Salinas do Samouco

Na Marinha do Canto, o saber não tem validade. Tal como o sal.
No estuário do Tejo, as Salinas do Samouco foram outrora as maiores produtoras do país. Hoje resiste a Marinha do Canto onde o sal, teimoso, ficou.

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