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Uma prenda diferente: seis ideias com alma para oferecer

Tiago ReisPor Tiago Reis, cofundador da Ra-Ro · Ver perfil

Leitura de cerca de 3 minutos

Há prendas que se esquecem e há prendas que ficam. Quando queremos oferecer algo diferente, foge da produção em série e escolhe uma peça com origem, história e a marca de quem a fez à mão. Reunimos algumas ideias da coleção Ra-Ro, cada uma ligada a um produtor e a uma região de Portugal.

Porque oferecer uma peça artesanal?

Uma peça feita à mão carrega tempo, saber e o gesto de quem a produziu. Não é só um objeto: é uma história para contar a quem a recebe. E ao escolhê-la, ajuda a manter vivo um ofício que, em muitos casos, resiste em poucas mãos.

Seis ideias para oferecer

Cantarinha dos Namorados

Cantarinha dos Namorados

A Oficina, CIPRL · Minho · Olaria

A partir de 96 EUR

Descobrir na Ra-Ro
Hidromel Tradicional

Hidromel Tradicional

Zimbro Licores Serrano · Beira Baixa · Destilados e Fermentados

A partir de 22 EUR

Descobrir na Ra-Ro
Agenda em Cobertor de Papa

Agenda em Cobertor de Papa

O Genuíno Cobertor de Papa · Beira Alta · Tecelagem

A partir de 36 EUR

Descobrir na Ra-Ro
Brincos Cravos

Brincos Cravos

Alice Aranha · Estremadura · Crochet

A partir de 50 EUR

Descobrir na Ra-Ro
Copos Cerne de Madeira

Copos Cerne de Madeira

Samuel Reis · Estremadura · Vidraria

A partir de 62 EUR

Descobrir na Ra-Ro
Vinho dos Mortos

Vinho dos Mortos

Vinho dos Mortos · Trás os Montes · Destilados e Fermentados

A partir de 24 EUR

Descobrir na Ra-Ro

Como escolher a prenda certa?

Pensa em quem vai receber. Para quem gosta de mesa e de sabores, um licor ou um vinho com história. Para quem aprecia o toque das mãos, uma peça de cerâmica ou de tecelagem. Não há escolha errada quando a peça é verdadeira.

Vê toda a coleção em Ra-Ro e encontra a peça certa para quem gostas.

Bailha

Quando o futuro se borda com a arte do passado.
Na Bailha, o Bordado da Madeira renasce em cada peça. Com as mãos de quem aprendeu a tradição e o saber de quem a sabe reinventar.

 

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Isidoro Ramos

O esparto não se corta. Arranca-se.
Isidoro Ramos voltou ao campo que o viu crescer. E recuperou a tradição que as mãos da avó e da mãe lhe ensinaram. Para que o esparto algarvio não desapareça nas serras onde ainda cresce.

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Salinas do Samouco

Na Marinha do Canto, o saber não tem validade. Tal como o sal.
No estuário do Tejo, as Salinas do Samouco foram outrora as maiores produtoras do país. Hoje resiste a Marinha do Canto onde o sal, teimoso, ficou.

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