{"title":"Decoração","description":"\u003cp\u003e\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\u003cspan\u003eBeleza funcional para transformar espaços - peças únicas que decoram com alma e propósito.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e","products":[{"product_id":"cantarinha-namorados-ceramica-minho","title":"Cantarinha dos Namorados","description":"\u003ch3\u003e\u003cstrong\u003eO romance está bem e recomenda-se, com detalhes florais em alto-relevo.\u003c\/strong\u003e\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eEsta é uma história de amor. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eTalvez não uma, mas muitas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eComeça há pelo menos cinco séculos, em Guimarães (Minho, Portugal), mas estamos especialmente gratos a 2022: foi nessa altura que a histórica cidade e um punhado de artesãos certificados se comprometeram a manter viva a Cantarinha dos namorados para futuros românticos ou meros coleccionadores. Mais do que boa vontade, foram assinados protocolos que garantem que cada cantarinha é produzida de acordo com um rigoroso conjunto de normas e técnicas tradicionais. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAbrimos a tampa e espreitámos lá para dentro. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA Cantarinha dos namorados era o recipiente onde as noivas locais guardavam todo o dinheiro que conseguiam amealhar, para comprar um colar de ouro para o dia do casamento. Outras memórias desse tempo contam-nos que era também onde se guardavam as prendas que recebiam dos pais do noivo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFeito em barro vermelho, com a forma de um vaso de água tradicional, é decorado com pormenores florais em alto-relevo e pó de mica brilhante. Absolutamente único, sim, ainda mais quando descobrimos que apenas dois desses artesãos certificados continuam a produzir até hoje.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAdoramos-te, Guimarães\u003c\/p\u003e","brand":"A Oficina, CIPRL","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42290704187497,"sku":"04PT07OFI0001","price":96.2,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/IMG7_d9ab2d55-134b-45a2-b74f-566c57c0518a.png?v=1779140275"},{"product_id":"saco-alfazema-linho-bordado","title":"Saco de Alfazema","description":"\u003ch3\u003eA arte do Bordado de Guimarães não está assim tão perdida, e cheira tão bem.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eExistem oito mil milhões de pessoas no mundo. Apenas oito delas são artesãs certificadas na arte do Bordado de Guimarães.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFeito em tecido de linho, o Saco de Alfazema é das poucas peças que encontrámos decoradas com esta técnica histórica de bordado artesanal, vibrante pelas cores, textura e padrão de qualidade ímpar. É uma obra de arte invulgar, escondida à vista de todos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO bordado é uma mistura de bordados ricos do século XIX e de bordados populares ainda mais antigos, todos oriundos da cidade de Guimarães (Minho, Portugal). Permite apenas seis cores (vermelho, azul, bege, cinzento, branco e preto) que devem ser tricotadas isoladamente, reproduzindo motivos estilizados.\u003c\/p\u003e","brand":"A Oficina, CIPRL","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42290745606249,"sku":"04PT07OFI0004","price":32.79,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/Option_8b9bceea-af8f-4330-af09-6015290af48b.png?v=1779140282"},{"product_id":"saco-amendoa-linho-bordado","title":"Saco de Amêndoas","description":"\u003ch3\u003eA arte do Bordado de Guimarães não está assim tão perdida.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eExistem oito mil milhões de pessoas no mundo. Apenas oito delas são artesãs certificadas na arte do Bordado de Guimarães.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFeito em tecido de linho, o Saco de Amêndoas é das poucas peças que encontrámos decoradas com esta técnica histórica de bordado artesanal, vibrante pelas cores, textura e padrão de qualidade ímpar. É uma obra de arte invulgar, escondida à vista de todos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO bordado é uma mistura de bordados ricos do século XIX e de bordados populares ainda mais antigos, todos oriundos da cidade de Guimarães (Minho, Portugal). Permite apenas seis cores (vermelho, azul, bege, cinzento, branco e preto) que devem ser tricotadas isoladamente, reproduzindo motivos estilizados.\u003c\/p\u003e","brand":"A Oficina, CIPRL","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42290760155241,"sku":"04PT07OFI0005","price":26.4,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/IMG7_1_12b15fe4-9f09-4c77-bbbc-05a32289483e.png?v=1779140289"},{"product_id":"tapete-cestaria-tradicional","title":"Tapete","description":"\u003ch3\u003e\u003cspan data-sheets-root=\"1\"\u003eUm tapete feito de nada mais do que uma planta.\u003c\/span\u003e\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eHouve um tempo em que os agricultores eram os autores de algumas das suas próprias ferramentas. Em Tavira (Algarve, Portugal), não foi assim há tanto tempo. Talvez não tivessem de fazer a pá ou a foice, é certo, mas de que servem essas ferramentas se não tivermos os cestos para transportar a colheita abundante? Foi isso que aprendemos: há cinquenta anos, ainda era comum os agricultores locais construírem os seus próprios cestos de palma para poderem recolher batatas e alfarrobas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eGraças à AECT (Associação Em Contacto Tavira) - uma associação que promove o envelhecimento ativo e combate o isolamento e a exclusão da população idosa - encontrámos produtos extraordinários que descendem dessa tradição. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO Tapete é atualmente feito por mulheres entre os 70 e os 80 anos, que tecem apenas uma planta chamada palmeira, que cresce nos mesmos terrenos baldios da sua juventude.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eE sabem no que não acreditámos? Para além de tecerem, algumas destas artesãs ainda trabalham no campo todos os dias. Nos seus rostos, nas suas mãos e nas suas histórias, encontrámos uma tapeçaria de tempo e força. \u003c\/p\u003e","brand":"AECT","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42290797084777,"sku":"04PT02AEC0001","price":87.2,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/Option_1_fb35d196-f086-4d9c-b83f-139b50fad15d.png?v=1779140295"},{"product_id":"cesta-espiral-cestaria-tradicional","title":"Cesta Espiral","description":"\u003ch3 class=\"whitespace-normal break-words\"\u003eTecida pela vitalidade da velhice.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eHouve um tempo em que os agricultores eram os autores de algumas das suas próprias ferramentas. Em Tavira (Algarve, Portugal), não foi assim há tanto tempo. Talvez não tivessem de fazer a pá ou a foice, é certo, mas de que servem essas ferramentas se não tivermos os cestos para transportar a colheita abundante? Foi isso que aprendemos: há cinquenta anos, ainda era comum os agricultores locais construírem os seus próprios cestos de palma para poderem recolher batatas e alfarrobas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eGraças à AECT (Associação Em Contacto Tavira) - uma associação que promove o envelhecimento ativo e combate o isolamento e a exclusão da população idosa - encontrámos três produtos extraordinários que descendem dessa tradição. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA Cesta Espiral é atualmente feita por mulheres entre os 70 e os 80 anos, que tecem apenas uma planta chamada palmeira, que cresce nos mesmos terrenos baldios da sua juventude.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eE sabem no que não acreditámos? Para além de tecerem, algumas destas artesãs ainda trabalham no campo todos os dias. Nos seus rostos, nas suas mãos e nas suas histórias, encontrámos uma tapeçaria de tempo e força.\u003c\/p\u003e","brand":"AECT","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42294536110185,"sku":"04PT02AEC0004","price":33.2,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/9596ca7f80a481c88082ed06c96eed7b06b9ba85.png?v=1779140305"},{"product_id":"cesto-tampa-cestaria-portuguesa","title":"Cesta com Tampa","description":"\u003ch3\u003eTecida pela vitalidade da velhice.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eHouve um tempo em que os agricultores eram os autores de algumas das suas próprias ferramentas. Em Tavira (Algarve, Portugal), não foi assim há tanto tempo. Talvez não tivessem de fazer a pá ou a foice, é certo, mas de que servem essas ferramentas se não tivermos os cestos para transportar a colheita abundante? Foi isso que aprendemos: há cinquenta anos, ainda era comum os agricultores locais construírem os seus próprios cestos de palma para poderem recolher batatas e alfarrobas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eGraças à AECT (Associação Em Contacto Tavira) - uma associação que promove o envelhecimento ativo e combate o isolamento e a exclusão da população idosa - encontrámos três produtos extraordinários que descendem dessa tradição. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA Cesta com Tampa é atualmente feita por mulheres entre os 70 e os 80 anos, que tecem apenas uma planta chamada palmeira, que cresce nos mesmos terrenos baldios da sua juventude.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eE sabem no que não acreditámos? Para além de tecerem, algumas destas artesãs ainda trabalham no campo todos os dias. 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Foi isso que aprendemos: há cinquenta anos, ainda era comum os agricultores locais construírem os seus próprios cestos de palma para poderem recolher batatas e alfarrobas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eGraças à AECT (Associação Em Contacto Tavira) - uma associação que promove o envelhecimento ativo e combate o isolamento e a exclusão da população idosa - encontrámos três produtos extraordinários que descendem dessa tradição. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsta mala é atualmente feito por mulheres entre os 70 e os 80 anos, que tecem apenas uma planta chamada palmeira, que cresce nos mesmos terrenos baldios da sua juventude.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eE sabem no que não acreditámos? Para além de tecerem, algumas destas artesãs ainda trabalham no campo todos os dias. Nos seus rostos, nas suas mãos e nas suas histórias, encontrámos uma tapeçaria de tempo e força. \u003c\/p\u003e","brand":"AECT","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42294595387497,"sku":"05PT02AEC00010","price":42.2,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/IMG7_12.png?v=1779140344"},{"product_id":"cobertor-papa-lobeira-colorido","title":"Cobertor de Papa (Manta Lobeira)","description":"\u003ch3\u003e\u003cspan data-sheets-root=\"1\"\u003eSentir o peso das montanhas neste raro cobertor de lã, tecido com espessura\u003c\/span\u003e\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eSentir o peso das montanhas neste raro cobertor de lã, tecido com espessura.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMuito antes da era dos aquecedores eléctricos, dos pavimentos aquecidos e da globalização das fibras sintéticas, os pastores e as suas famílias envolviam-se em camadas de lã natural - tecidas com espessura, compactas para suportar o frio cortante das terras altas da Guarda (Beira Alta, Portugal) mas também no verão, pois \"o que tapa o frio, tapa o calor\".\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEra o chamado Cobertor de Papa.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAinda o é, porque a Associação O Genuíno Cobertor de Papa resgatou da extinção, há poucos anos, os utensílios e os segredos do seu fabrico. Tradicional, artesanal, espesso, impermeável, quente, de pêlo comprido, tecido num tear manual de madeira com cerca de 300 anos, o mais antigo do mundo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eTemos de agradecer a Céu Reis. Criou a associação e a sua oficina depois de a última fábrica da região - onde trabalhou durante 28 anos - ter fechado. O Alfredo, a Dulce e Rosa Baía (mãe da Céu), são, também, artesãos voluntários do cobertor de papa cujo\u003cbr\u003eprocesso depende da sua cooperação e complementaridade, formando uma equipa. Rosa Baía conta com mais de 91 anos. A sua carreira de enchedeira e urdideira estende-se por oito décadas, desde que era uma criança de apenas 11 anos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePesado - sente-se o seu peso. Ou será o peso da história, das montanhas, dos invernos rigorosos? De qualquer forma, cheira um pouco ao vento, um pouco aos campos, um pouco a uma noite junto à lareira. Algumas pessoas usam-nos como arte. Outras como herança. Outras simplesmente dormem debaixo deles todas as noites, como faziam os seus avós.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eE ainda é nos dias de hoje o fiel companheiro dos pastores que serve de farol para o rebanho, habituado ao seu padrão colorido, segue-o instintivamente.\u003c\/p\u003e","brand":"O Genuíno Cobertor de Papa","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42294619668585,"sku":"04PT03COB0001","price":271.9,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/IMG7_1_9a335499-b5cc-41c1-b08d-81560cd366fa.png?v=1779140348"},{"product_id":"cobertor-papa-genuino-macainhas","title":"Cobertor de Papa (Manta do Pastor)","description":"\u003ch3\u003e\u003cspan data-sheets-root=\"1\"\u003eSentir o peso das montanhas neste raro cobertor de lã, tecido com espessura\u003c\/span\u003e\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eSentir o peso das montanhas neste raro cobertor de lã, tecido com espessura.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMuito antes da era dos aquecedores eléctricos, dos pavimentos aquecidos e da globalização das fibras sintéticas, os pastores e as suas famílias envolviam-se em camadas de lã natural - tecidas com espessura, compactas para suportar o frio cortante das terras altas da Guarda (Beira Alta, Portugal) mas também no verão, pois \"o que tapa o frio, tapa o calor\".\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEra o chamado Cobertor de Papa.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAinda o é, porque a Associação O Genuíno Cobertor de Papa resgatou da extinção, há poucos anos, os utensílios e os segredos do seu fabrico. Tradicional, artesanal, espesso, impermeável, quente, de pêlo comprido, tecido num tear manual de madeira com cerca de 300 anos, o mais antigo do mundo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eTemos de agradecer a Céu Reis. Criou a associação e a sua oficina depois de a última fábrica da região - onde trabalhou durante 28 anos - ter fechado. O Alfredo, a Dulce e Rosa Baía (mãe da Céu), são, também, artesãos voluntários do cobertor de papa cujo\u003cbr\u003eprocesso depende da sua cooperação e complementaridade, formando uma equipa. Rosa Baía conta com mais de 91 anos. A sua carreira de enchedeira e urdideira estende-se por oito décadas, desde que era uma criança de apenas 11 anos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePesado - sente-se o seu peso. Ou será o peso da história, das montanhas, dos invernos rigorosos? De qualquer forma, cheira um pouco ao vento, um pouco aos campos, um pouco a uma noite junto à lareira. Algumas pessoas usam-nos como arte. Outras como herança. Outras simplesmente dormem debaixo deles todas as noites, como faziam os seus avós.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eE ainda é nos dias de hoje o fiel companheiro dos pastores que serve de farol para o rebanho, habituado ao seu padrão, segue-o instintivamente.\u003c\/p\u003e","brand":"O Genuíno Cobertor de Papa","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42294628057193,"sku":"04PT03COB0002","price":198.1,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/Option_4_0f491d25-e412-4b7b-aaa0-04ef3df51266.png?v=1779140361"},{"product_id":"frasco-tampa-madeira-talhada","title":"Frasco com Tampa","description":"\u003ch3\u003eMadeira, arte e design sobreviventes dos incêndios.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eOs incêndios florestais não deixam mais do que um rasto de destruição. Ainda assim, por muito devastadores que sejam, a história não acaba aí. Pelo menos, não para o Luca.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePara o entalhador autodidata da Serra da Estrela (Beira Alta, Portugal), a necessidade de experimentação e de auto-expressão através da natureza fê-lo aperceber-se de algo único que as chamas criam no seu caminho. Nasceu o projeto Vago.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePedaços de madeira queimada, a meio caminho entre a decomposição natural e a restauração artística. Basta olhar para este frasco com tampa, uma peça de uma beleza desarmante que passou pelo inferno e, depois, pelo torneiro de Luca.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eForam as suas próprias mãos que resgataram madeira queimada do grande incêndio de 2022 na região, como a de um castanheiro com 150 anos e uma cerejeira com 100 anos. Afiou as ferramentas e, através de uma abordagem instintiva, começou simplesmente a esculpir. Luca acredita que, sem um resultado final definido, tudo pode acontecer. A dada altura, inventou as técnicas abrasivas, o enceramento e até a sua própria carbonização artesanal, feita de forma elegante e cuidadosa.\u003c\/p\u003e","brand":"Vago","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42401819459689,"sku":"04PT03VAG00014","price":96.2,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/IMG7_18.png?v=1779142124"},{"product_id":"caixa-tripla-madeira-serra-estrela","title":"Caixa Tripla Empilhável","description":"\u003ch3\u003eMadeira, arte e design sobreviventes dos incêndios\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eOs incêndios florestais não deixam mais do que um rasto de destruição. Ainda assim, por muito devastadores que sejam, a história não acaba aí. Pelo menos, não para o Luca.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePara o entalhador autodidata da Serra da Estrela (Beira Alta, Portugal), a necessidade de experimentação e de auto-expressão através da natureza fê-lo aperceber-se de algo único que as chamas criam no seu caminho. Nasceu o projeto Vago.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePedaços de madeira queimada, a meio caminho entre a decomposição natural e a restauração artística. Basta olhar para esta caixa tripla, uma peça de uma beleza desarmante que passou pelo inferno e, depois, pelo torneiro de Luca.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eForam as suas próprias mãos que resgataram madeira queimada do grande incêndio de 2022 na região, como a de um castanheiro com 150 anos e uma cerejeira com 100 anos. Afiou as ferramentas e, através de uma abordagem instintiva, começou simplesmente a esculpir. Luca acredita que, sem um resultado final definido, tudo pode acontecer. A dada altura, inventou as técnicas abrasivas, o enceramento e até a sua própria carbonização artesanal, feita de forma elegante e cuidadosa.\u003c\/p\u003e","brand":"Vago","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42401819623529,"sku":"04PT03VAG00013","price":168.2,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/IMG7_3.png?v=1779140390"},{"product_id":"escultura-madeira-vago-2","title":"Escultura (2)","description":"\u003ch3\u003e\u003cspan\u003eMadeira, arte e design sobreviventes dos incêndios\u003c\/span\u003e\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eOs incêndios florestais não deixam mais do que um rasto de destruição. Ainda assim, por muito devastadores que sejam, a história não acaba aí. Pelo menos, não para o Luca.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePara o entalhador autodidata da Serra da Estrela (Beira Alta, Portugal), a necessidade de experimentação e de auto-expressão através da natureza fê-lo aperceber-se de algo único que as chamas criam no seu caminho. Nasceu o projeto Vago.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePedaços de madeira queimada, a meio caminho entre a decomposição natural e a restauração artística. Basta olhar para esta escultura, uma peça de uma beleza desarmante que passou pelo inferno e, depois, pelo torneiro de Luca.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eForam as suas próprias mãos que resgataram madeira queimada do grande incêndio de 2022 na região, como a de um castanheiro com 150 anos e uma cerejeira com 100 anos. Afiou as ferramentas e, através de uma abordagem instintiva, começou simplesmente a esculpir. Luca acredita que, sem um resultado final definido, tudo pode acontecer. A dada altura, inventou as técnicas abrasivas, o enceramento e até a sua própria carbonização artesanal, feita de forma elegante e cuidadosa.\u003c\/p\u003e","brand":"Vago","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42401819656297,"sku":"04PT03VAG00010","price":96.2,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/Option_6.png?v=1779140424"},{"product_id":"taca-madeira-vago-1","title":"Taça (1)","description":"\u003ch3\u003eMadeira, arte e design sobreviventes dos incêndios\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eOs incêndios florestais não deixam mais do que um rasto de destruição. Ainda assim, por muito devastadores que sejam, a história não acaba aí. Pelo menos, não para o Luca.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePara o entalhador autodidata da Serra da Estrela (Beira Alta, Portugal), a necessidade de experimentação e de auto-expressão através da natureza fê-lo aperceber-se de algo único que as chamas criam no seu caminho. Nasceu o projeto Vago.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePedaços de madeira queimada, a meio caminho entre a decomposição natural e a restauração artística. Basta olhar para esta taça, uma peça de uma beleza desarmante que passou pelo inferno e, depois, pelo torneiro de Luca.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eForam as suas próprias mãos que resgataram madeira queimada do grande incêndio de 2022 na região, como a de um castanheiro com 150 anos e uma cerejeira com 100 anos. Afiou as ferramentas e, através de uma abordagem instintiva, começou simplesmente a esculpir. Luca acredita que, sem um resultado final definido, tudo pode acontecer. A dada altura, inventou as técnicas abrasivas, o enceramento e até a sua própria carbonização artesanal, feita de forma elegante e cuidadosa.\u003c\/p\u003e","brand":"Vago","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42401843380329,"sku":"04PT03VAG0005","price":132.2,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/IMG7_6.png?v=1779140433"},{"product_id":"vaso-rachado-madeira-vago","title":"Vaso Rachado","description":"\u003ch3\u003eMadeira, arte e design sobreviventes dos incêndios\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eOs incêndios florestais não deixam mais do que um rasto de destruição. Ainda assim, por muito devastadores que sejam, a história não acaba aí. Pelo menos, não para o Luca.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePara o entalhador autodidata da Serra da Estrela (Beira Alta, Portugal), a necessidade de experimentação e de auto-expressão através da natureza fê-lo aperceber-se de algo único que as chamas criam no seu caminho. Nasceu o projeto Vago.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePedaços de madeira queimada, a meio caminho entre a decomposição natural e a restauração artística. Basta olhar para este vaso rachado, uma peça de uma beleza desarmante que passou pelo inferno e, depois, pelo torneiro de Luca.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eForam as suas próprias mãos que resgataram madeira queimada do grande incêndio de 2022 na região, como a de um castanheiro com 150 anos e uma cerejeira com 100 anos. Afiou as ferramentas e, através de uma abordagem instintiva, começou simplesmente a esculpir. Luca acredita que, sem um resultado final definido, tudo pode acontecer. A dada altura, inventou as técnicas abrasivas, o enceramento e até a sua própria carbonização artesanal, feita de forma elegante e cuidadosa.\u003c\/p\u003e","brand":"Vago","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42401857962089,"sku":null,"price":96.2,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/IMG7_5_278deaf6-45a2-46a2-96d0-5d8dafd0c136.png?v=1779140440"},{"product_id":"suporte-incenso-alto-madeira","title":"Suporte para Incenso (2)","description":"\u003ch3\u003eMadeira, arte e design sobreviventes dos incêndios.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eOs incêndios florestais não deixam mais do que um rasto de destruição. Ainda assim, por muito devastadores que sejam, a história não acaba aí. Pelo menos, não para o Luca.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePara o entalhador autodidata da Serra da Estrela (Beira Alta, Portugal), a necessidade de experimentação e de auto-expressão através da natureza fê-lo aperceber-se de algo único que as chamas criam no seu caminho. Nasceu o projeto Vago.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePedaços de madeira queimada, a meio caminho entre a decomposição natural e a restauração artística. Basta olhar para este suporte para incenso, uma peça de uma beleza desarmante que passou pelo inferno e, depois, pelo torneiro de Luca.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eForam as suas próprias mãos que resgataram madeira queimada do grande incêndio de 2022 na região, como a de um castanheiro com 150 anos e uma cerejeira com 100 anos. Afiou as ferramentas e, através de uma abordagem instintiva, começou simplesmente a esculpir. Luca acredita que, sem um resultado final definido, tudo pode acontecer. A dada altura, inventou as técnicas abrasivas, o enceramento e até a sua própria carbonização artesanal, feita de forma elegante e cuidadosa.\u003c\/p\u003e","brand":"Vago","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42401858945129,"sku":"04PT03VAG0002","price":102.2,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/IMG7_7.png?v=1779141377"},{"product_id":"suporte-incenso-madeira-1","title":"Suporte para Incenso (1)","description":"\u003ch3\u003eMadeira, arte e design sobreviventes dos incêndios.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eOs incêndios florestais não deixam mais do que um rasto de destruição. Ainda assim, por muito devastadores que sejam, a história não acaba aí. Pelo menos, não para o Luca.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePara o entalhador autodidata da Serra da Estrela (Beira Alta, Portugal), a necessidade de experimentação e de auto-expressão através da natureza fê-lo aperceber-se de algo único que as chamas criam no seu caminho. Nasceu o projeto Vago.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePedaços de madeira queimada, a meio caminho entre a decomposição natural e a restauração artística. Basta olhar para este suporte para incenso, uma peça de uma beleza desarmante que passou pelo inferno e, depois, pelo torneiro de Luca.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eForam as suas próprias mãos que resgataram madeira queimada do grande incêndio de 2022 na região, como a de um castanheiro com 150 anos e uma cerejeira com 100 anos. Afiou as ferramentas e, através de uma abordagem instintiva, começou simplesmente a esculpir. Luca acredita que, sem um resultado final definido, tudo pode acontecer. A dada altura, inventou as técnicas abrasivas, o enceramento e até a sua própria carbonização artesanal, feita de forma elegante e cuidadosa.\u003c\/p\u003e","brand":"Vago","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42401861304425,"sku":"04PT03VAG0001","price":96.2,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/IMG7_8.png?v=1779140454"},{"product_id":"copos-vidro-soprado-cerne-da-madeira","title":"Copos Cerne de Madeira","description":"\u003ch3\u003eA cintilação artística de um par de copos de vidro no móvel de bar.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eO vidro. Está nas nossas janelas, nos nossos ecrãs, nas nossas cozinhas, nos nossos carros. Não é suposto repararmos nele, é suposto vermos através dele, com a nossa atenção dirigida para o que está para além dele. Paisagens, whatsapps, vinho, estrada. É uma forma muito prática e funcional de tornar as nossas vidas menos opacas. Mais leves.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMas e se o vidro pudesse ser tudo isto e também arte? E se houvesse um conjunto de dois copos de vidro que pudessem conter as nossas bebidas e, ao mesmo tempo, nos levassem a olhar para eles, a admirá-los pelo seu próprio mérito estético? Pois bem, existe.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDas Caldas da Rainha (Estremadura, Portugal), o designer de produto Samuel Reis, em colaboração com uma equipa de mestres vidreiros, transforma troncos de madeira já ocos em moldes naturais para soprar vidro. O resultado são formas orgânicas, inesperadas e únicas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA natureza, e não a função, é a raiz do seu processo criativo.\u003c\/p\u003e","brand":"Samuel Reis","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42401899741289,"sku":"03PT06SAR0002","price":62.2,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/IMG7_434c7ee1-37b1-4983-86b4-0c3b9797aadc.png?v=1779140461"},{"product_id":"jarro-vidro-soprado-cerne-da-madeira","title":"Jarro Cerne da Madeira em Vidro","description":"\u003ch3\u003eVidro, natureza e arte contemporânea.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eO vidro. Está nas nossas janelas, nos nossos ecrãs, nas nossas cozinhas, nos nossos carros. Não é suposto repararmos nele, é suposto vermos através dele, com a nossa atenção dirigida para o que está para além dele. Paisagens, whatsapps, vinho, estrada. É uma forma muito prática e funcional de tornar as nossas vidas menos opacas. Mais leves.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMas e se o vidro pudesse ser tudo isso e também arte? E se houvesse uma jarra de vidro que pudesse conter as nossas bebidas ou flores e, ao mesmo tempo, nos levasse a olhar para ela, a admirá-la pelo seu próprio mérito estético? Pois bem, existe.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDas Caldas da Rainha (Estremadura, Portugal), o designer de produto Samuel Reis trabalha com uma equipa de mestres vidreiros para elevar um ofício milenar a arte contemporânea. Para estas peças, Samuel encontra troncos já ocos, sem o seu cerne, corta-os e transforma-os em moldes naturais. Depois, o vidro é soprado no interior e a natureza encarrega-se do resto.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA natureza, e não a função, é a raiz do seu processo criativo.\u003c\/p\u003e","brand":"Samuel Reis","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42401910816873,"sku":"04PT06SAR0001","price":118.2,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/IMG7_bea40412-0625-41ae-8485-2a58d4169805.png?v=1779140469"},{"product_id":"diabo-rabequista-figurado-popular","title":"Diabo de Cortiça","description":"\u003ch3\u003eDiabo feito em cortiça, para sustos e deleites.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eAinda hoje, de cada vez que olhamos para esta escultura de Porfírio Mendes, ou rimos ou vemo-nos alvo de riso deste demoníaco violinista com ar tresloucado. Conseguem adivinhar de que é feito? \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eTudo o que Porfírio faz é à base de cortiça, amor e um bondoso sentido matreiro. Uma homenagem a um Portugal rural, habitado por santos e demónios, agricultores e foliões, cantigas populares e vinho.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eRadicado em Barcelos (Minho, Portugal), Porfírio é trabalhador da construção civil durante o dia e escultor de cortiça à noite - porque o cimento era um recurso demasiado monótono para alguém com uma imaginação tão à solta. Gostaríamos que o pudessem ver em ação. Ele diverte-se tanto a fazer isto que é o primeiro a dizer-nos que sabe que muitas das suas ideias são más, mas que continua a ser divertido chegar até elas. As boas, no entanto, ganham forma em cortiça meticulosamente cinzelada e pintada com pelo menos três demãos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eÉ engraçado. É estranho. É kitsch. É tudo isso e é por isso que o adoramos.\u003c\/p\u003e","brand":"Porfírio Mendes","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42402884780137,"sku":"04PT07PME0002","price":51.2,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/IMG7_196e64b1-bce8-4aaf-88c0-bd7a6d3e48c2.png?v=1779140506"},{"product_id":"base-copo-fibra-bananeira-acores","title":"Base de Copo em Crochet","description":"\u003ch3\u003eFunção discreta com subtil beleza\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eOlhando para trás, parece-nos intuitivo que as bananas fossem um dos alimentos mais consumidos no mundo, mas não fazíamos ideia de que cada bananeira só dá frutos uma vez na vida.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eUma vez. Uma. Única. vez. É isso mesmo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDepois de nos dar produtos alimentares, a maior parte da planta - a bananeira é uma planta herbácea do género Musa - é substituída e desperdiçada. Felizmente, algo diferente está a acontecer em S. Miguel, Açores, Portugal. É lá que a MUSAZ, da Vanessa, explora os usos artesanais de uma planta tão generosa, que é também território de formigas, aranhas e lagartas. É tudo uma questão de fibra. Fibra das plantas, dos braços da Vanessa, da sua alma. Ela é uma floresta inteira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA sua equipa é composta por alguns familiares e amigos, com mãos experientes em algumas áreas artesanais, e que têm aprendido sobre as especificidades do trabalho com a bananeira. Juntos, fazem à mão esta Base de Copo em Crochet, com fibras dos caules da bananeira, após um processo de extração manual, secagem e suave limpeza da fibra.\u003c\/p\u003e","brand":"Musaz","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42402885468265,"sku":"06PT01MUS0007","price":35.7,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/IMG7_47be61a2-853f-44da-b282-14cad9ef3da4.png?v=1779140513"},{"product_id":"cesto-redondo-bananeira-quadrados","title":"Cesto de Cestaria Entrançada (quadrados)","description":"\u003ch3\u003eLonga vida à generosa bananeira, neste cesto entrançado.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eOlhando para trás, parece-nos intuitivo que as bananas fossem um dos alimentos mais consumidos no mundo, mas não fazíamos ideia de que cada bananeira só dá frutos uma vez na vida.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eUma vez. Uma. Única. vez. É isso mesmo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDepois de nos dar produtos alimentares, a maior parte da planta - a bananeira é uma planta herbácea do género Musa - é substituída e desperdiçada. Felizmente, algo diferente está a acontecer em S. Miguel, Açores, Portugal. É lá que a MUSAZ, da Vanessa, explora os usos artesanais de uma planta tão generosa, que é também território de formigas, aranhas e lagartas. É tudo uma questão de fibra. Fibra das plantas, dos braços da Vanessa, da sua alma. Ela é uma floresta inteira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA sua equipa é composta por alguns familiares e amigos, com mãos experientes em algumas áreas artesanais, e que têm aprendido sobre as especificidades do trabalho com a bananeira. Juntos, tecem à mão este Cesto de Cestaria Entrançada, com fibras dos caules da bananeira, após um processo de extração manual, secagem e suave limpeza da fibra.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePara o produto final, conseguem obter diferentes cores e texturas, consoante as propriedades da bananeira utilizada. Este cesto é acabado com a aplicação de uma mistura de cera de abelha e óleo de camélia, ambos produzidos nos Açores.\u003c\/p\u003e","brand":"Musaz","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42402937667689,"sku":"04PT01MUS0003","price":87.3,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/Option_2_990f39d8-a3ad-44d6-899d-16cf04a2f264.png?v=1779140518"},{"product_id":"cesto-redondo-bananeira-pequeno","title":"Cesto Redondo de Cestaria Entrançada (pequeno)","description":"\u003ch3\u003eLonga vida à generosa bananeira, neste cesto entrançado.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eOlhando para trás, parece-nos intuitivo que as bananas fossem um dos alimentos mais consumidos no mundo, mas não fazíamos ideia de que cada bananeira só dá frutos uma vez na vida.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eUma vez. Uma. Única. vez. É isso mesmo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDepois de nos dar produtos alimentares, a maior parte da planta - a bananeira é uma planta herbácea do género Musa - é substituída e desperdiçada. Felizmente, algo diferente está a acontecer em S. Miguel, Açores, Portugal. É lá que a MUSAZ, da Vanessa, explora os usos artesanais de uma planta tão generosa, que é também território de formigas, aranhas e lagartas. É tudo uma questão de fibra. Fibra das plantas, dos braços da Vanessa, da sua alma. Ela é uma floresta inteira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA sua equipa é composta por alguns familiares e amigos, com mãos experientes em algumas áreas artesanais, e que têm aprendido sobre as especificidades do trabalho com a bananeira. Juntos, tecem à mão este Cesto de Cestaria Entrançada, com a folha bandeira - que protege o fruto no início do seu desenvolvimento, após um processo de extração manual, secagem e suave limpeza da fibra.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePara o produto final, conseguem obter diferentes cores e texturas, consoante as propriedades da bananeira utilizada. Este cesto é acabado com a aplicação de uma mistura de cera de abelha e óleo de camélia, ambos produzidos nos Açores.\u003c\/p\u003e","brand":"Musaz","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42402947104873,"sku":"04PT01MUS0002","price":57.8,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/IMG7_3_b44642d9-cc5d-47a5-94f0-fe8c632033f2.png?v=1779140525"},{"product_id":"cesto-cosido-fibra-bananeira","title":"Cesto Cosido","description":"\u003ch3\u003eO cesto que acontece quando se cose manualmente a fibra com o amor.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eOlhando para trás, parece-nos intuitivo que as bananas fossem um dos alimentos mais consumidos no mundo, mas não fazíamos ideia de que cada bananeira só dá frutos uma vez na vida.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eUma vez. Uma. Única. vez. É isso mesmo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDepois de nos dar produtos alimentares, a maior parte da planta - a bananeira é uma planta herbácea do género Musa - é substituída e desperdiçada. Felizmente, algo diferente está a acontecer em S. Miguel, Açores, Portugal. É lá que a MUSAZ, da Vanessa, explora os usos artesanais de uma planta tão generosa, que é também território de formigas, aranhas e lagartas. É tudo uma questão de fibra. Fibra das plantas, dos braços da Vanessa, da sua alma. Ela é uma floresta inteira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA sua equipa é composta por alguns familiares e amigos, com mãos experientes em algumas áreas artesanais, e que têm aprendido sobre as especificidades do trabalho com a bananeira. Juntos, tecem à mão este Cesto de Cestaria Cosida, com fibras dos caules da bananeira, após um processo de extração manual, secagem e suave limpeza da fibra.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePara o produto final, conseguem obter diferentes cores e texturas, consoante as propriedades da bananeira utilizada. Este cesto é acabado com a aplicação de uma mistura de cera de abelha e óleo de camélia, ambos produzidos nos Açores.\u003c\/p\u003e","brand":"Musaz","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42402948546665,"sku":"04PT01MUS0001","price":153.8,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/Option_1_35d43ad6-b046-4002-8d75-9a87c27f01dc.png?v=1779140532"},{"product_id":"candeeiro-bunho-entrancado","title":"Candeeiro em Bunho","description":"\u003ch3\u003eO candeeiro que dá o mood para a autossuficiência\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eO bunho adora água. Cresce em locais húmidos, incluindo charcos, pântanos e lagos. As rãs e as libélulas estão entre os seus vizinhos mais próximos. Então, como é que se transforma neste belo, versátil e despido Candeeiro, que pode ser levado para viver no deserto? Ou usá-lo para criar um mood, por exemplo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePara Helena Novelletto, a jovem artesã por detrás deste trabalho, tem sido uma viagem rumo à liberdade. Começou por aprender o ofício com Manuel Ferreira, um generoso mestre de Santarém, que tecia enquanto recordava a revolução de 1974 que pôs fim a 48 anos de ditadura em Portugal, contando histórias de que ela, nascida no Brasil, nunca tinha ouvido falar.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLiberta da indústria, o artesanato do bunho exige de Helena apenas a natureza pura e as suas mãos disciplinadas - autossuficiência. Temos a certeza de que é uma das últimas artesãs de bunho em atividade, mas temos a esperança de que a sua dedicação possa motivar outros artistas com convicções sustentáveis.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNo verão, o bunho é colhido, no seu habitat natural, e tecido na sua oficina nas Caldas da Rainha (Estremadura, Portugal), para o qual precisa de toda a força dos seus braços. Sim, a liberdade exige muito trabalho.\u003c\/p\u003e","brand":"Helena Novelletto","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42403124314217,"sku":"04PT06HNO0003","price":94.7,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/IMG7_1_c86ef541-50a1-4a11-b8ae-aa54dc46619e.png?v=1779140588"},{"product_id":"almofada-bunho-entrancado","title":"Almofada em Bunho","description":"\u003ch3\u003ePara desacelerar, uma almofada feita lentamente\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eO bunho adora água. Cresce em locais húmidos, incluindo charcos, pântanos e lagos. As rãs e as libélulas estão entre os seus vizinhos mais próximos. Então, como é que se transforma nesta bela, versátil e despida Almofada circular que se pode levar para viver no deserto? Ou usá-la para abrandar o ritmo, por exemplo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePara Helena Novelletto, a jovem artesã por detrás deste trabalho, tem sido uma viagem rumo à liberdade. Começou por aprender o ofício com Manuel Ferreira, um generoso mestre de Santarém, que tecia enquanto recordava a revolução de 1974 que pôs fim a 48 anos de ditadura em Portugal, contando histórias de que ela, nascida no Brasil, nunca tinha ouvido falar.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLiberta da indústria, o artesanato do bunho exige de Helena apenas a natureza pura e as suas mãos disciplinadas - autossuficiência. Temos a certeza de que é uma das últimas artesãs de bunho em atividade, mas temos a esperança de que a sua dedicação possa motivar outros artistas com convicções sustentáveis.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNo verão, o bunho é colhido, no seu habitat natural, e tecido na sua oficina nas Caldas da Rainha (Estremadura, Portugal), para o qual precisa de toda a força dos seus braços. Sim, a liberdade exige muito trabalho.\u003c\/p\u003e","brand":"Helena Novelletto","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42403124707433,"sku":"04PT06HNO0002","price":94.7,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/IMG7_3_a8910296-8f14-44cd-b712-47b279506acc.png?v=1779140597"},{"product_id":"banco-tanho-bunho-entrancado","title":"Banco Entrançado (Tanho)","description":"\u003ch3\u003eBanco de bunho entrançado, belo e despido.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eO bunho adora água. Cresce em locais húmidos, incluindo charcos, pântanos e lagos. As rãs e as libélulas estão entre os seus vizinhos mais próximos. Então, como é que se transforma neste belo, versátil e despido Tanho, que se pode levar para viver no deserto? Ou usá-lo para abrandar o ritmo, por exemplo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePara Helena Novelletto, a jovem artesã por detrás deste trabalho, tem sido uma viagem rumo à liberdade. Começou por aprender o ofício com Manuel Ferreira, um generoso mestre de Santarém, que tecia enquanto recordava a revolução de 1974 que pôs fim a 48 anos de ditadura em Portugal, contando histórias de que ela, nascida no Brasil, nunca tinha ouvido falar.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLiberta da indústria, o artesanato do bunho exige de Helena apenas a natureza pura e as suas mãos disciplinadas - autossuficiência. Temos a certeza de que é uma das últimas artesãs de bunho em atividade, mas temos a esperança de que a sua dedicação possa motivar outros artistas com convicções sustentáveis.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNo verão, o bunho é colhido, no seu habitat natural, e tecido na sua oficina nas Caldas da Rainha (Estremadura, Portugal), para o qual precisa de toda a força dos seus braços. Sim, a liberdade exige muito trabalho.\u003c\/p\u003e","brand":"Helena Novelletto","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42403124969577,"sku":"04PT06HNO0001","price":124.2,"currency_code":"EUR","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/Option_2_bfbe7db6-0ed0-41af-b15b-2bc38aec7872.png?v=1779140601"},{"product_id":"cataplana-cobre-martelado-loule","title":"Cataplana em Cobre","description":"\u003ch3\u003eQue outra magnífica peça de design é também capaz de cozinhar os mais deliciosos guisados mediterrânicos?\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003e \u003cbr\u003eOs humanos não inventaram o mar. Nem o camarão, nem o alho. Nem o cobre. Mas alguém inventou a Cataplana, um utensílio de cozinha tipicamente português que uniu tudo isto.\u003cbr\u003e \u003cbr\u003eFalamos no pretérito perfeito e queremos dizer-vos porquê. A cataplana de cobre é muito difícil de encontrar hoje em dia, enfrentando sérias possibilidades de extinção. Porquê? Porque demora muito mais tempo a fazer do que as suas alternativas de alumínio ou inox, apesar de permitir uma excelente condução de calor e ter o aspeto de uma peça de design deslumbrante.\u003cbr\u003e \u003cbr\u003eNuno Palma é um artista do cobre de Feiteira, uma pequena povoação na freguesia de Cachopo (Algarve, Portugal), e uma das últimas pessoas a fazer cataplanas à maneira antiga - é um caso raro de um jovem que resgata técnicas artesanais tradicionais do desaparecimento. \u003cbr\u003e \u003cbr\u003eEle próprio corta as folhas do metal rosa-alaranjado brilhante e depois amolece o material no fogo. O martelo molda e endurece chapa, que começa a parecer-se com a bela cataplana que está destinada a ser. Palma esfrega-a com areia para remover as impurezas, aperfeiçoa-a com várias rodadas de marteladas e dá-lhe o polimento final.\u003cb id=\"docs-internal-guid-eabfe77a-7fff-2a01-0cbd-0a895eec54bc\"\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003c\/b\u003e\u003cbr\u003e \u003cbr\u003eDepois, cabe-nos a nós cozinhar a comida tradicional mediterrânica em lume brando, durante longas horas, condensando sabores, aromas e amor.\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Da Palma","offers":[{"title":"Pequena","offer_id":42606034157673,"sku":"03PT02PAL0002","price":183.3,"currency_code":"EUR","in_stock":true},{"title":"Média","offer_id":42606034190441,"sku":"03PT02PAL0003","price":301.4,"currency_code":"EUR","in_stock":true},{"title":"Grande","offer_id":42606034223209,"sku":"03PT02PAL0004","price":375.2,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/IMG7_8_110246b2-55d9-48c4-adf9-6e6403b5626c.png?v=1779140617"},{"product_id":"prato-cobre-martelado-loule","title":"Prato em Cobre","description":"\u003ch3\u003ePrato de cobre, perfeito na mesa ou na parede\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003e \u003cbr\u003eArtista do cobre, natural de Loulé (Algarve, Portugal), Nuno Palma é um caso raro de um jovem que resgata do desaparecimento as técnicas artesanais tradicionais. O seu trabalho celebra o tempo, a beleza e a simplicidade e pode ter um objetivo utilitário ou decorativo. Como no caso do seu Prato retangular, a escolha é nossa.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEle próprio corta as folhas do metal rosa-alaranjado lustroso e depois amolece o material no fogo. O martelo molda e endurece a chapa.Palma esfrega-a com areia para remover as impurezas, aperfeiçoa-a com várias rodadas de marteladas e dá-lhe o polimento final.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePitoresco e pronto, ficará perfeito na mesa ou na parede, a caminho do amanhã.\u003c\/p\u003e","brand":"Da Palma","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42403151872105,"sku":"04PT02PAL0005","price":124.2,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/IMG7_9.png?v=1779140636"},{"product_id":"jarro-pequeno-barro-negro","title":"Cântara de Barro Negro","description":"\u003ch3\u003eUma peça de barro negro nascida de um fogo ancestral.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eO barro tradicional é cozido. O barro escuro de Gondar é forjado. Forjado a partir do fogo da soenga, uma técnica inventada pelos artesãos locais no início do século XVII, onde uma fogueira tradicional ao ar livre irrompe em chamas que atingem uma temperatura de 1000ºC, infundindo nas peças de barro um fumo negro que lhes dá a sua tonalidade historicamente única. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNo momento em que lêem isto, César Teixeira e o seu filho João, da aldeia de Gondar (Minho, Portugal), são as últimas pessoas na Terra que ainda conjuram a soenga para fazer peças de barro elegante, misterioso e escuro como esta cântara - utilitária e decorativa, conforme o seu gosto.\u003c\/p\u003e","brand":"Cesar Teixeira","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42403347693673,"sku":"06PT07CTE00013","price":36.2,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/IMG7_2.png?v=1779138532"},{"product_id":"alguidar-barro-negro-gondar","title":"Alguidar de Barro Negro","description":"\u003ch3\u003eUma peça de barro negro nascida de um fogo ancestral\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eO barro tradicional é cozido. O barro escuro de Gondar é forjado. Forjado a partir do fogo da soenga, uma técnica inventada pelos artesãos locais no início do século XVII, onde uma fogueira tradicional ao ar livre irrompe em chamas que atingem uma temperatura de 1000ºC, infundindo nas peças de barro um fumo negro que lhes dá a sua tonalidade historicamente única. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNo momento em que lêem isto, César Teixeira e o seu filho João, da aldeia de Gondar (Minho, Portugal), são as últimas pessoas na Terra que ainda conjuram a soenga para fazer peças de barro elegante, misterioso e escuro como este alguidar - utilitário e decorativo, conforme o seu gosto.\u003c\/p\u003e","brand":"Cesar Teixeira","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42403353362537,"sku":"06PT07CTE00012","price":36.2,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/IMG7_3_4d530928-1be0-4a75-8e78-10a43bdc610b.png?v=1779134800"},{"product_id":"cacoila-barro-negro-gondar","title":"Caçoila de Barro Negro","description":"\u003ch3\u003eUma peça de barro negro nascida de um fogo ancestral.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eO barro tradicional é cozido. 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O barro escuro de Gondar é forjado. 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O barro escuro de Gondar é forjado. Forjado a partir do fogo da soenga, uma técnica inventada pelos artesãos locais no início do século XVII, onde uma fogueira tradicional ao ar livre irrompe em chamas que atingem uma temperatura de 1000ºC, infundindo nas peças de barro um fumo negro que lhes dá a sua tonalidade historicamente única. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNo momento em que lêem isto, César Teixeira e o seu filho João, da aldeia de Gondar (Minho, Portugal), são as últimas pessoas na Terra que ainda conjuram a soenga para fazer peças de barro elegante, misterioso e escuro como esta cabaça - utilitária e decorativa, conforme o seu gosto.\u003c\/p\u003e","brand":"Cesar Teixeira","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42403390685289,"sku":"06PT07CTE0006","price":31.2,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/IMG7_4_995136e2-5615-46e9-8921-fd812f12e3f3.png?v=1779138975"},{"product_id":"vinagreira-barro-negro","title":"Vinagreira Barro Negro","description":"\u003ch3\u003eUma peça de barro negro nascida de um fogo ancestral.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp class=\"p1\"\u003eEsta \u003cstrong\u003evinagreira\u003c\/strong\u003e é um testemunho vivo da olaria tradicional portuguesa. Cada exemplar é moldado à mão por quem continua a dominar saberes antigos, preservados ao longo de gerações.\u003c\/p\u003e\n\u003cp class=\"p1\"\u003eDiferente do barro comum, o barro preto de Gondar passa pela soenga, uma técnica secular de cozedura ao ar livre realizada em covas no chão. Durante o processo, as chamas intensas e o fumo envolvem a peça, criando a tonalidade negra profunda que distingue esta olaria e lhe confere uma elegância única.\u003c\/p\u003e\n\u003ch3\u003eA tradição da Vinagreira artesanal de César Teixeira\u003c\/h3\u003e\n\u003cp class=\"p1\"\u003eCésar Teixeira e o seu filho João estão entre os últimos guardiões desta arte rara, que continua viva no coração do artesanato minhoto. Cada vinagreira é feita à mão com rigor absoluto, através de um processo lento e meticuloso executado na roda baixa, preservando a essência da cerâmica artesanal portuguesa e unindo utilidade, autenticidade e presença decorativa.\u003c\/p\u003e\n\u003cp class=\"p1\"\u003eEsta vinagreira de César Teixeira representa o melhor da olaria tradicional portuguesa. O seu design liga o passado ao presente através das formas orgânicas, do acabamento sedoso e dos detalhes em barro negro. Ao adquirir esta peça, está também a valorizar o verdadeiro artesanato português e a contribuir para a continuidade de um saber em risco de desaparecer.\u003c\/p\u003e\n\u003cp class=\"p1\"\u003eIdeal para quem procura autenticidade, materiais naturais e objetos com história, adapta-se facilmente a qualquer mesa ou ambiente. O tom negro natural criado pela soenga confere-lhe uma estética minimalista, orgânica e intemporal, ao mesmo tempo que reforça a resistência do barro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp class=\"p1\"\u003eSendo um trabalho inteiramente manual, cada unidade apresenta pequenas variações de cor, textura e forma, tornando cada exemplar único. A mestria da roda baixa define o contorno desta peça singular, enquanto o toque do mestre garante um acabamento suave e uma presença discreta, mas marcante. Mais do que um objeto utilitário, esta vinagreira é uma ponte entre a funcionalidade contemporânea e a alma das tradições rurais portuguesas.\u003c\/p\u003e","brand":"Cesar Teixeira","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42403393536105,"sku":"06PT07CTE0004","price":36.2,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/IMG7_1.png?v=1779111908"},{"product_id":"parideira-figurado-barcelos","title":"A Parideira","description":"\u003ch3\u003eUma escultura de barro que é um absoluto acto de criação.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eA ideia de que a humanidade nasceu do barro tem lugar em muitos mitos e religiões antigos, desde as mitologias mesopotâmica, grega e chinesa, ao Antigo Egito, ao Cristianismo, entre outros. Quer sejamos religiosos ou não, parece-nos uma metáfora poética e poderosa. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsta escultura em barro chama-se Parideira e é uma homenagem ao ato do nascimento. O nascimento da carne, é certo, mas também podemos vê-lo como o nascimento de uma ideia ou de um sentimento. Como qualquer grande obra de arte, dirá coisas diferentes a pessoas diferentes, em alturas diferentes das suas vidas. O barro e a alma, a alma e o barro. De Barcelos (Minho, Portugal).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO exímio oleiro António Ramalho é bisneto de Rosa Ramalho, uma das mais populares oleiras portuguesas até aos dias de hoje, tendo moldado as populares figuras de barro de Barcelos ao longo do século XX, o que deixou a António uma necessidade consciente de se distanciar um pouco do seu legado e fazer algo exclusivamente seu. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eApesar da tradição religiosa das figuras, António está mais virado para o profano. E ele faz-nos adorar o bizarro. Não é bizarra a vida, de vez em quando? Os humanos não são bizarros aqui e ali? As cores líquidas e a textura vítrea tornaram-se algumas das suas marcas mais singulares. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eParideira, um absoluto ato de criação.\u003c\/p\u003e","brand":"António Ramalho","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42403445669993,"sku":"04PT07ARA0004","price":53.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/IMG7_10.png?v=1779140649"},{"product_id":"sarronco-papao-figurado-barcelos","title":"Sarronco (Papão)","description":"\u003ch3\u003eO oleiro revela o papão da sua infância.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eShhh. Shhh. Shhh. Vem lá o Papão!\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCostumamos chamar-lhe Papão mas em Barcelos (Minho, Portugal) chamam-lhe Sarronco. É aquilo que a mãe do oleiro António Ramalho e os outros adultos lhe chamavam a ele e aos amigos sempre que as travessuras levavam a melhor. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eVem. Lá. O Sarronco!\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJá chega, já estamos com arrepios. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eSe calhar é bom sinal não sabermos qual é o aspecto do Papão. Que o António nunca tenha sabido qual era o aspecto do Sarronco. Quer dizer que ele nunca nos apanhou. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eOu apanhou?\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eJá chega, a sério. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMas também significa que o António cresceu um pouco assombrado por este terror invisível e informe da sua juventude de Barcelos. É exatamente disso que é feita a grande arte - fantasmas, curiosidade e, neste caso, barro. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eOlhando agora com atenção para o Sarronco do António, talvez pudesse ter provocado um pequeno susto ao António e aos seus amigos, mas juntando-se logo de seguida às brincadeiras das crianças. É de longe a figura mais colorida de António até à data. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eSim, provavelmente aqueles miúdos teriam o Sarronco do seu lado.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eSe calhar até tinham. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO exímio oleiro António Ramalho é bisneto de Rosa Ramalho, uma das mais populares oleiras portuguesas até aos dias de hoje, tendo moldado as populares figuras de barro de Barcelos ao longo do século XX.\u003c\/p\u003e","brand":"António Ramalho","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42403446292585,"sku":"04PT07ARA0003","price":157.9,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/antonio-ramalho-boogeyman-ceramic-sculpture-cover.webp?v=1779140654"},{"product_id":"diabo-figurado-barcelos","title":"Diabo de Barcelos","description":"\u003ch3\u003eO bisneto de uma das grandes oleiras portuguesas molda uma homenagem.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eDeus está nos detalhes. A expressão ganha uma ressonância engraçada quando pensamos nas Figuras de Barcelos, o universo de figuras de barro profundamente ligado às gentes de Barcelos (Minho, Portugal) e à sua profissão religiosa - o catolicismo. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO exímio oleiro António Ramalho é bisneto de Rosa Ramalho, uma das mais populares oleiras portuguesas até aos dias de hoje e este Diabo é uma criação original sua - uma homenagem devota a uma bisavó.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eTendo sido a mãe de António também oleira, António cresceu com uma dúvida muito consciente em relação às suas próprias criações: onde é que eu me encaixo? Será que o meu trabalho tem lugar nas mesmas prateleiras destas mulheres incríveis que me ensinaram tudo o que sei?\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eÉ muita pressão. Mas, às vezes, a pressão simplesmente cede sob o talento. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNão sendo ele próprio um homem muito religioso, António quis honrar a arte de Rosa com este Diabo, afastando-se dela em pormenores como as cores e a textura vítrea. Juntos, a estética de ambos - entre o religioso e o profano - acabou por inspirar a inovadora longa-metragem de animação portuguesa “Os Demónios do Meu Avô”, realizada por Nuno Beato.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eReparem bem. Os espigões, o olhar, as cobras engraçadas. Tanta coisa para ver, tantas histórias numa simples figura. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eSabem que mais. O diabo está nos detalhes.\u003c\/p\u003e","brand":"António Ramalho","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42403450749033,"sku":"04PT07ARA0002","price":79.5,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/IMG7_1_b40e9e16-ae05-41ca-8f7e-930f7f9ab1cd.png?v=1779140672"},{"product_id":"medusa-figurado-barcelos","title":"Medusa","description":"\u003ch3\u003eO monstro de barro que mistura mitologia grega com a mitologia de Barcelos.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eO monstro de barro que mistura mitologia grega com a mitologia de Barcelos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO exímio oleiro António Ramalho é bisneto de Rosa Ramalho, uma das mais populares oleiras portuguesas até aos dias de hoje, tendo dado forma às populares figuras de barro de Barcelos ao longo do século XX.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eTendo sido a mãe de António Ramalho, também oleira, que criou esta Medusa, agora feita pelas mãos de um homem que cresceu com uma dúvida muito consciente em relação à sua herança: onde é que eu me encaixo? Será que o meu trabalho tem lugar nas mesmas prateleiras destas mulheres incríveis que me ensinaram tudo o que sei?\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eÉ muita pressão. Mas, às vezes, a pressão simplesmente cede sob o talento. Então - Medusa.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCom cobras no lugar do cabelo, assim reza o mito. A sua cara tão horrível - ou, dependendo da versão, a sua cara tão bela - que qualquer pessoa que olhasse para ela se transformaria imediatamente em pedra.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNão conseguimos parar de olhar para ela, tal como foi feita pelo oleiro António Ramalho na sua oficina em Barcelos (Minho, Portugal). Longe de nos transformar em pedra, a peça fez-nos sorrir. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eÉ uma obra de amor e de homenagem, com a qualidade vítrea e a textura da peça a revelarem-se das caraterísticas únicas e mais distintivas de António. Tem todas as razões para ser um orgulhoso portador deste incrível legado familiar. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAchámos a Medusa uma fusão espirituosa e visionária da tragédia grega antiga com as populares figuras de barro de Barcelos do século XX. Atrevemo-nos mesmo a dizer: uma espécie de peça única da mitologia greco-barcelense. As nossas desculpas a todos os historiadores de arte.\u003c\/p\u003e","brand":"António Ramalho","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42405926764649,"sku":"04PT07ARA0001","price":53.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/IMG7_11.png?v=1779140691"},{"product_id":"mafarrico-diabo-figurado-popular","title":"Mafarrico (Diabo)","description":"\u003ch3\u003eO barro selvagem simpatiza com este Diabo.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eA partir da sua oficina em Leiria (Estremadura, Portugal), a Andreia Pinho refugia-se da humanidade para explorar o seu lado mais bizarro e grotesco através do barro selvagem.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBarro selvagem significa que Andreia não se limita a comprar a sua matéria-prima ou a encomendá-la online. Colhe-o à mão como uma jóia escondida nos sete cantos de Portugal, aventurando-se em locais secretos que nunca sonhámos que existissem. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntão, que criatura é esta? Diabo (informal). Pessoa desordeira. Criança malcriada. Esta é a tradução de um dicionário português para esta palavra extraordinária: Mafarrico. Mas não estamos satisfeitos com ela. Perde-se a essência na tradução.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO som da palavra original é arranhado, inesperado, rude, divertido, e remete para a mitologia rural e para todos os miúdos que vimos serem batizados como mafarricos. Talvez até nós próprios. Talvez até a Andreia, a ceramista demiúrgica que cria a partir da terra e do fogo. Claro, também recorre à água e ao ar para arrefecer as peças. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA Andreia gosta de Lynch e Jodorowski, que não são exatamente as referências que estamos habituados a associar a uma arte tão tradicional, tranquila e discreta como a figuração ou olaria. Para todos os cinéfilos, o orgânico e o grotesco denunciam-na. Quem disse que a arte tem de ser confortável? Ela é o mais próximo que existe de uma ceramista punk.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBizarro. Demoníaco. Único. Há certamente uma palavra inglesa para mafarrico, mas a escultura da Andreia fala por si, de Leiria para qualquer parte do mundo.\u003c\/p\u003e","brand":"Andreia Pinho","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42406030934121,"sku":"04PT06API0005","price":54.2,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/IMG7_081b23ab-8494-45e6-a16f-484e430db5d7.png?v=1779140699"},{"product_id":"cabecudo-ceramica","title":"Cabeçudo","description":"\u003ch3\u003eO barro selvagem deu-nos um vaso com atitude\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eA partir da sua oficina em Leiria (Estremadura, Portugal), a Andreia Pinho refugia-se da humanidade para explorar o seu lado mais bizarro e grotesco através do barro selvagem.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBarro selvagem significa que não se limita a comprar a sua matéria-prima ou a encomendá-la online. Colhe-o à mão como uma jóia escondida nos sete cantos de Portugal, aventurando-se em locais secretos que nunca sonhámos que existissem.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNo verão, quando a Andreia se aventura nas profundezas da floresta, lembra-se dos incêndios que costumam assolar a floresta local nessa altura do ano. Está atenta. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO fogo é também a origem de toda a terra e para onde se dirigem os Cabeçudos de Andreia na hora de cozer e endurecer a massa rara e elástica com que trabalha.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eUma cabeça enorme e monstruosa onde orgânico significa grotesco e grotesco significa orgânico. Percebemos que as orelhas parecem dentes pontiagudos, as presas alargadas parecem presas meio comidas e o bigode é só hilariante, ao mesmo tempo que se assemelha a uma cobra. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eE o vermelho-escuro para a língua traiçoeira? É um vaso com atitude, das profundezas inexploradas do território natural português.\u003c\/p\u003e","brand":"Andreia Pinho","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42406044041321,"sku":"04PT06API0003","price":366.2,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/IMG7_1edf0f23-8c32-4a66-9df6-597c7b5c7ec6.png?v=1779140707"},{"product_id":"mascara-barro-andreia-pinho-2","title":"Máscara (2)","description":"\u003ch3\u003eUma máscara de barro selvagem onde o bizarro se esconde à vista de todos.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eQuem se esconde aí atrás?\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePois bem. Quem é que não se esconde atrás de alguma coisa?\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA partir da sua oficina em Leiria (Estremadura, Portugal), a Andreia Pinho refugia-se da humanidade para explorar o seu lado mais bizarro e grotesco através do barro selvagem.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eBarro selvagem significa que não se limita a comprar a sua matéria-prima ou a encomendá-la online. Colhe-o à mão como uma jóia escondida nos sete cantos de Portugal, aventurando-se em locais secretos que nunca sonhámos que existissem. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA Andreia escolheu o barro selvagem pela plasticidade das pastas, pelas suas possibilidades tridimensionais e pelo desejo de colecionar e fazer os seus próprios pigmentos. Está apaixonada pelo processo, como todos os experimentalistas: maleabilidade significa liberdade, um ato criativo com textura orgânica. É maravilhoso vê-la a esculpir.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO resultado é uma curiosa inversão da forma como vivemos as nossas vidas: os foliões demónios interiores são máscaras para usar no exterior, para manter as feições equilibradas e bem comportadas na retaguarda. Reprimir a normalidade, vamos ser bizarros?\u003c\/p\u003e","brand":"Andreia Pinho","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42406382567529,"sku":"04PT06API0002","price":102.2,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/IMG7_8e2811b8-43dd-423d-8877-26ad51c60114.png?v=1779140715"},{"product_id":"mascara-barro-andreia-pinho-1","title":"Máscara (1)","description":"\u003ch3\u003eUma máscara de barro selvagem onde o bizarro se esconde à vista de todos.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eQuem se esconde aí atrás?\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePois bem. 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É mestre entalhadora e manuseia a madeira exclusivamente com ferramentas manuais - cinzéis, goivas, facas, tornos de bancada, lixas. Gosta de escolhê-las uma a uma. Leva o seu tempo. É o chamado trabalhar devagar. Talvez devêssemos seguir a dica. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePorque sim: Coisas. Boas. Chegam. Para aqueles. Que esperam.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO conjunto de quatro colheres de café de madeira da Ana é perfeito para quem gosta do café mexido com carinho e valoriza o prazer de partilhar o tempo à mesa com amigos e família. Feitas à mão, sem pressas. Porque as rotinas não têm de ser stressantes. Por vezes, podem ser apenas luxos sossegados.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePode não ser comum, mas aqui, na oficina da Ana, nas Caldas da Rainha (Estremadura, Portugal), cada árvore é um objeto de respeito. Tal como a vossa experiência.\u003c\/p\u003e","brand":"Ana Sincu","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42406892535913,"sku":"03PT06ASI0001","price":54.2,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/IMG7_72edaa4e-6a4c-4780-a9f4-a6b6f2dd1910.png?v=1779140742"},{"product_id":"produto-modelo-colher-de-pau","title":"Produto Modelo – Colher de Pau","description":"\u003cp\u003eMany coffee lovers find themselves frustrated with the lack of quality utensils that enhance their coffee experience. Using generic or mass-produced spoons can diminish the simple pleasure of stirring your coffee gently, making those quiet moments feel rushed or impersonal. This small but significant daily ritual deserves better tools that bring comfort and mindfulness to your routine.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eImagine a set of handcrafted spoons that transform your coffee time into a cherished pause. The Colher de Pau collection offers exactly that—a solution for those who appreciate the art of slow living and the warmth of sharing time with friends and family. These spoons are carefully carved by a skilled artisan who respects the wood’s natural beauty and works exclusively with hand tools, ensuring each piece is unique and crafted with intention.\u003c\/p\u003e\n\u003cul\u003e\n\u003cli\u003eMade from beautiful woods such as black acacia, sucupira, cedar, and olive, each spoon carries a story of quality and tradition.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eHandcrafted using chisels, gouges, knives, bench lathes, and sandpaper, the spoons showcase masterful craftsmanship and patience.\u003c\/li\u003e\n\u003cli\u003eThe set includes four wooden coffee spoons, perfect for stirring with care and enjoying a calm, stress-free coffee moment.\u003c\/li\u003e\n\u003c\/ul\u003e\n\u003cp\u003eCustomers who have experienced these spoons often highlight how the thoughtful craftsmanship brings a sense of calm and elegance to their daily coffee ritual. The artisanal quality and natural materials are not just functional—they enrich the atmosphere of connection and relaxation, whether at home or with loved ones.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eElevate your coffee experience by choosing the Colher de Pau spoons and enjoy slow, meaningful moments every day. This set isn’t just a utensil; it’s an invitation to savor your time and enrich your coffee routine with beauty and intention. Order now to bring a peaceful luxury to your everyday life.\u003c\/p\u003e\n","brand":"Ana Sincu","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42591779586153,"sku":"COL-CAF-PAU-001","price":100.0,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/IMG7_c5f86f79-12a7-479e-a5e9-cc7cf11be9c8.png?v=1759240885"},{"product_id":"escultura-madeira-vago-1","title":"Escultura (1)","description":"\u003ch3\u003eMadeira, arte e design sobreviventes dos incêndios.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eOs incêndios florestais não deixam mais do que um rasto de destruição. Ainda assim, por muito devastadores que sejam, a história não acaba aí. Pelo menos, não para o Luca.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePara o entalhador autodidata da Serra da Estrela (Beira Alta, Portugal), a necessidade de experimentação e de auto-expressão através da natureza fê-lo aperceber-se de algo único que as chamas criam no seu caminho. Nasceu o projeto Vago.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePedaços de madeira queimada, a meio caminho entre a decomposição natural e a restauração artística. Basta olhar para esta escultura, uma peça de uma beleza desarmante que passou pelo inferno e, depois, pelo torneiro de Luca.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eForam as suas próprias mãos que resgataram madeira queimada do grande incêndio de 2022 na região, como a de um castanheiro com 150 anos e uma cerejeira com 100 anos. Afiou as ferramentas e, através de uma abordagem instintiva, começou simplesmente a esculpir. Luca acredita que, sem um resultado final definido, tudo pode acontecer. A dada altura, inventou as técnicas abrasivas, o enceramento e até a sua própria carbonização artesanal, feita de forma elegante e cuidadosa.\u003c\/p\u003e","brand":"Vago","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":42898219630697,"sku":"04PT03VAG0009","price":138.1,"currency_code":"EUR","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0591\/0187\/2233\/files\/Escultura_1_Screenshot_2026-02-10_at_15.56.15.png?v=1779140752"},{"product_id":"escultura-madeira-vago-3","title":"Escultura (3)","description":"\u003ch3\u003eMadeira, arte e design sobreviventes dos incêndios.\u003c\/h3\u003e\n\u003cp\u003eOs incêndios florestais não deixam mais do que um rasto de destruição. Ainda assim, por muito devastadores que sejam, a história não acaba aí. Pelo menos, não para o Luca.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePara o entalhador autodidata da Serra da Estrela (Beira Alta, Portugal), a necessidade de experimentação e de auto-expressão através da natureza fê-lo aperceber-se de algo único que as chamas criam no seu caminho. Nasceu o projeto Vago.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePedaços de madeira queimada, a meio caminho entre a decomposição natural e a restauração artística. Basta olhar para esta escultura, uma peça de uma beleza desarmante que passou pelo inferno e, depois, pelo torneiro de Luca.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eForam as suas próprias mãos que resgataram madeira queimada do grande incêndio de 2022 na região, como a de um castanheiro com 150 anos e uma cerejeira com 100 anos. Afiou as ferramentas e, através de uma abordagem instintiva, começou simplesmente a esculpir. Luca acredita que, sem um resultado final definido, tudo pode acontecer. 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